. CloseYourEyes13
Aqui vou escrever sobre eu mesmo , minhas frustrações cotidianas meus pensamentos , sentimentos , tudo que me agrada ou não , minha forma de ver o mundo e as pessoas ao meu redor e meus conceitos .
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O amor . .
E eu me perco cada vez mais nessa paixão. Paixão que ilude. Paixão que faz rir, que faz chorar. Paixão que esmaga qualquer e todo tipo de coisa que seja contra ela. Paixão avassaladora. Quanto mais eu tento me encontrar, mais eu me perco. E de tão perdida, eu me entrego. E me deixo levar. E é então que eu me iludo, e vou me iludindo cada vez mais. Até chegar uma hora em que eu finalmente volte à realidade. A hora de parar de sonhar. E é então que eu sofro. Choro, grito, e todas essas coisas que a gente faz quando quer explodir. Mas por mais que eu chore, por mais que eu me desespere, achando que estou a ponto de explodir e querendo explodir, eu não explodo. E tenho que viver com esse vazio, essa tristeza. Conviver com a ausência da sua presença. E não é nada fácil. Essa paixão abriu um buraco em meu peito, e eu não consigo mais fechá-lo. Quanto mais eu tento, mais ele cresce. Estou tentando aprender a conviver com ela, porque, ao que parece, isso vai me acompanhar por bastante tempo. Mas seria muito mais fácil se ela não existisse. Assim, não haveria ilusão, choro e dor. Mas aí também não haveria sorrisos e aquela sensação de borboletas no estômago que eu adoro. Não haveriam sonhos que me fizessem sorrir sozinha, nem que fosse por um segundo. Então é melhor deixar assim mesmo. Com o tempo, eu vou aprendendo a aceitar a ideia de estar apaixonada. E então, eu finalmente acabo com isso. E ela vai embora. Fim da paixão. O buraco aberto vai se fechando, e aos poucos, quando eu menos perceber, meu coração estará inteiro outra vez. E então acontece alguma coisa. E eu conheço um outro alguém. Ou até mesmo note alguém que sempre esteve ao meu lado, e eu nunca havia percebido, por causa da antiga paixão que me cegava. E então eu me apaixono outra vez. E tudo começa de novo. Só espero que, nessa próxima vez, eu tenha a sorte que eu não tive dessa vez: a sorte de ser correspondida.
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